“Consentimento ao Imaginário” é uma expressão criada por Rick para definir sua busca na mágica. As pessoas estão abandonando e atrofiando suas imaginações, o “Consentimento ao Imaginário” é uma forma de lutar contra a falsa percepção de que o lúdico é complicado, ou ainda perda de tempo.

Rick Thibau oferece pequenas “provocações” para mentes desacostumadas a imaginar, mas que ainda guardam sensibilidade e um desejo sincero de experimentar o fascínio e o assombro. Uma mágica forte que traz experiências únicas e lembranças positivas.

O “Consentimento ao Imaginário” é uma postura de vida, uma aplicação invisível de técnicas que se relacionam com conhecimentos que vão da ciência às artes. O “Consentimento ao Imaginário” está relacionado também ao controle de atenção e de reação das pessoas. Sua estrutura e construção são complexas, mas sua incorporação é simples.

Mentalismo é o nome de uma arte que usa a mente como ferramenta. Com base na recriação de fenômenos paranormais e nos estudos da Parapsicologia, o mentalismo usa o místico como instrumento artístico de comunicação. Para o desafio de criar esses fenômenos provocantes e maravilhosos, Rick combina várias habilidades: personalidade, humor, espontaneidade, uma percepção intuitiva e todo seu conhecimento artístico.

A maioria dos efeitos naturais (como o Deja Vu e a Hipnose) e fenômenos paranormais (como a Clarividência e a Telepatia) são alcançados com métodos e estilo próprio, que convergem ferramentas artísticas variadas, como psicologia e lacunas do comportamento/sentidos humanos.

Nem tudo é como nós gostaríamos que fosse e não, o “Consentimento ao Imaginário” não compartilha a idéia de que “se desejarmos teremos tudo”. A postura é muito mais realista e preocupada que isso.

“O que vale é a intenção”. A sabedoria popular resume muito bem a postura do consentimento. A boa intenção, a busca pela paz, pelo amor, pela felicidade, pelos momentos altos e positivos. Esses são os verdadeiros responsáveis por uma força motivacional impressionante que classificarão nossos momentos como altos (momentos inesquecíveis) ou baixos (momentos insignificantes).

Não podemos nos limitar a usar apenas algumas formas de conhecimento já que temos tantas disponíveis, por isso seria precipitado achar alguma rotulação ou definição mais geral. Não sou apenas mágico, não sou apenas um sedento por comunicação, sou uma mistura de todas as minhas paixões com as minhas circunstancias.

Sobre a PES (Percepção Extra-Sensorial)

Se uma pessoa interpreta algo sem o uso da visão, audição ou outros sentidos humanos, diz-se que essa pessoa usa a Percepção Extra-Sensorial. Quando alguém sabe que seu irmão está ligando minutos antes do telefonema ocorrer, por exemplo.

O termo e os primeiros estudos da PES (ESP em inglês) foram feitos por J. B. Rhine, na Universidade de Duke no ano de 1927. Os efeitos da PES são: telepatia, telecinese (ou psicotelecinese) clarividência, precognição, visão remota, clariaudição e outros. Esses efeitos podem ser chamados de “Psi”. A parapsicologia estuda as evidências desses efeitos há mais de um século.

Rick Thibau, reproduz esses e outros fenômenos através do “Consentimento ao Imaginário”, seu conceito de relações humanas e entretenimento, que compreende a formação e a subjetividade dos seres-humanos e amplia a possibilidade de expressão de habilidades constantemente reprimidas no mundo moderno.